domingo, 7 de agosto de 2011

Porque hoje é Domingo (165)


Capela Parque Alta Vila - Águeda

«E aconteceu que chegando ele perto de Jericó, estava um cego assentado junto do caminho, mendigando.

E, ouvindo passar a multidão, perguntou que era aquilo.

E disseram-lhe que Jesus Nazareno passava.

Então clamou, dizendo: Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim.

E os que iam passando repreendiam-no para que se calasse; mas ele clamava ainda mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim!

Então Jesus, parando, mandou que lho trouxessem; e, chegando ele, perguntou-lhe,

Dizendo: Que queres que te faça? E ele disse: Senhor, que eu veja.

E Jesus lhe disse: Vê; a tua fé te salvou.

E logo viu, e seguia-o, glorificando a Deus. E todo o povo, vendo isto, dava louvores a Deus.»

(Ev. de S.Lucas cap.18:35 a 43)

sábado, 6 de agosto de 2011

Happy Feet - o Pinguim que se extraviou


O Pinguim Happy Feet

Ouvi a noticia ontem, na televisão, e achei-a interessante. Não resisto a partilhá-la aqui com os amigos leitores.

A história do Pinguim Happy Feet:

«Num mundo de tanta violência e maus exemplos, principalmente contra o meio ambiente e os animais, uma notícia boa: um jovem pinguim Imperador extraviado foi encontrado na praia de Peka-Peka – Wellington – Nova Zelândia, onde chegou exausto depois de nadar cerca de 3 mil quilômetros, já que partiu do pólo sul.
Teve que ser operado ao estomago porque ingeriu areia julgando que era neve.
Os pinguins ingerem neve para se hidratar e manter a temperatura do corpo.
No Jardim Zoológico de Wellington, onde permanece sob vigilância, foi-lhe posto o nome de Happy Feet, e a ideia é restituí-lo ao seu habitat natural na Antártida.
O último pinguim Imperador que apareceu nesta praia foi há quarenta anos.
Esta pinguim pertence à maior de todas as espécies de pinguins e pode chegar a mais de um metro de altura quando adulto. O Happy Feet que tem cerca de dez meses está a ser alimentado com uma comida especial de peixe e dorme numa cama de gelo.»

(http://apatotadopitaco.blogspot.com)

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Encantos de Portugal (1)

Portugal tem tantos encantos que decidi publicar e partilhar alguns deles com os
estimados amigos que por aqui vão passando. Para começar vamos á Freguesia de S. Cipriano em Resende.



Torre da Lagariça (Ilustre Casa de Ramires)

Desde tempos medievais viveu na Lagariça a família dos “Pintos”, que eram fidalgos e senhores de Riba de Bestança, na Torre da Chã, e do antigo Paço de Covelas, no antigo concelho de Ferreiros. Gonçalo Martins Cochofel foi provavelmente o primeiro senhor da Lagariça e casou nos princípios do século XVI com D. Briolanja Pinto, da geração dos Pintos de Covelas. Durante a Idade Média a Torre deve ter servido como atalaia de vigia de toda a região envolvente. Em 1610 seria pertença dos Pintos Cochoféis, os quais procederam a obras de adaptação da Torre para casa de residência da família. Já no século XX a casa passou para a posse de Álvaro de Sousa Pinto Cochofel e mais tarde para seu sobrinho Gonçalo Alberto Cochofel.

A Casa da Lagariça deve ter sido uma “villa” romana. O nome de “Casa da Torre” vem da existência da antiquíssima torre, casteleja que está anexa ao solar. O solar com a torre foi declarado “Imóvel de Interesse público”, por decreto de 29 de Setembro de 1977.

Esta Casa passa por ser a “Ilustre Casa de Ramires” descrita no romance de Eça de Queirós.

Fonte:
http://saocipriano.jfreguesia.com/turismo.php

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Tudo passa! Tudo tem o seu tempo!


Esta travessa fica mesmo pertinho da nossa casa da aldeia onde viveram os nossos pais.
Porquê, Travessa do Pão Alvo? Conta-se que aqui se fazia há muitos, muitos anos, o pão mais branquinho da aldeia.


Esta. é casa "do Pão Alvo."
Vivia aqui uma família de lavradores que usavam os trages característicos dos "saloios"(habitantes das aldeias á volta de Sintra). Lembro-me da casa bem conservada, caiadínha e com a porta da entrada quase sempre aberta, vendo-se quando ali se passava as "mulheres" da casa" lidando" por ali. Recordo-me de me terem várias vezes convidado a entrar, e, eu entrei, claro, e achei muito interessantes os móveis e loiças antigas. As senhoras eram simpáticas e gostavam de mim...e dos meus pais e irmãos.
Agora, passo tantas vezes lá em frente! E nunca consigo deixar de olhar a casa e a porta e recordar as pessoas e as vivências naquele espaço.


Esses meus amigos morreram já há vários anos e não sei porquê, os descendentes deixaram que a casa e os cómodos a pouco e pouco se degradassem.
Na foto pode ver-se o que resta da cozinha. Ao fundo, a lareira, com um espaço por baixo para a lenha; imbutido na parede, á esquerda, está o pequeno armário onde se gurdavam os alimentos cozinhados. Pode ver-se ainda uma espécie de banco, que não é banco mas o "poial" onde estavam os cântaros com a água que se ia buscar lá abaixo á Fonte da Segueteira, que existe há 223 anos (é de 1788).


Interessante é notar como a moldura da janela, em granito, está inteira e em bom estado de conservação. Podemos mais uma vez aperceber-nos que as pessoas "passam" mas as coisas ficam; repare-se no pessegueiro que teima em brotar todas as primaveras.

Cora Coralina - poetisa brasileira


Cora Coralina - Poetisa Brasileira

Cora Coralina, é o pseudónimo de Ana Lins de Guimarães Peixoto Brêtas, adoptado quando ainda bem jovem. Nasceu em 20/08/1889 e faleceu em10/04/1985.
É conhecida como a grande poetisa do Estado de Goiás. Aos catorze anos já escreve poemas sobre o seu quotidiano, e com duas amigas, em 1908, publica o Jornal de Poemas Femininos "A Rosa." Em 1911 conhece o advogado divorciado Cantídio Tolentino Brêtas, com quem foge.
Vai para Jaboticabal (SP), onde nascem seus seis filhos: Paraguaçu, Enéias, Cantídio, Jacintha, Ísis e Vicência. Seu marido a proíbe de integrar-se à Semana de Arte Moderna, a convite de Monteiro Lobato, em 1922. Em 1928 muda-se para São Paulo (SP). Em 1934, torna-se vendedora de livros da editora José Olimpio que, em 1965, lança seu primeiro livro, "O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais".
Em 1976, é lançado "Meu Livro de Cordel", pela editora Cultura Goiana. Em 1980, Carlos Drummond de Andrade, como era de seu feitio, após ler alguns escritos da autora, manda-lhe uma carta elogiando seu trabalho, a qual, ao ser divulgada, desperta o interesse do público leitor e a faz ficar conhecida em todo o Brasil. Sintam a admiração do poeta, manifestada em carta dirigida a Cora em 1983:
"Minha querida amiga Cora Coralina: Seu "Vintém de Cobre" é, para mim, moeda de ouro, e de um ouro que não sofre as oscilações do mercado. É poesia das mais diretas e comunicativas que já tenho lido e amado. Que riqueza de experiência humana, que sensibilidade especial e que lirismo identificado com as fontes da vida! Aninha hoje não nos pertence. É patrimônio de nós todos, que nascemos no Brasil e amamos a poesia ( ...) Em 1984, torna-se a primeira mulher a receber o Prêmio Juca Pato, como intelectual do ano de 1983. Viveu 96 anos, teve seis filhos, quinze netos e 19 bisnetos, foi doceira e membro efetivo de diversas entidades culturais, tendo recebido o título de doutora "Honoris Causa" pela Universidade Federal de Goiás.
Aqui está um dos seus poemas:

Assim eu vejo a vida

A vida tem duas faces:
Positiva e negativa
O passado foi duro
mas deixou o seu legado
Saber viver é a grande sabedoria
Que eu possa dignificar
Minha condição de mulher,
Aceitar suas limitações
E me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
Aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo
Aprendi a viver.

Cora Coralina

Desde que "descobri" a Cora Coralina, há cerca de dois/três anos, tenho-me deliciado muito com os seus escritos porque muito os aprecio. Fiquei muito contente a semana passada quando na Livraria Bertrand, do Forum Sintra, "dei de caras" com um dos seus livros: Poema do Milho, do qual já aqui publiquei uma parte.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Parabéns, meu filho Miguel


O Miguel com o Nuno ás cavalitas na estação de Mira-Sintra.


Foi há 43 anos (01/08/1968) que chegáste. Vieste juntar-te a nós os três: O pai, eu e o Pedro. A tua gestação, o teu nascimento, a tua infância, a tua adolescência, a tua juventude, o teu namoro, o teu casamento, o tornáres-te pai, a tua vida de homem maduro, tudo aconteceu de uma forma serena, calma, tranquila, e abençoada por o teu e nosso (da família) Glorioso Deus.
Quantas alegrias nos tens dado!
Quantas vitórias na tua vida!
Quanto trabalho!
Quanto cuidado e amor distribuído!
Quanto disponibilidade para servir a Deus e ao próximo!
Quanta coragem!
Que grande exemplo!
Por tudo isso, por tudo o que és e reprezentas para nós, somos e seremos... eternamente agradecidos ao Senhor da vida, por um dia, há 43 anos, te teres juntado a nós e seres uma benção, um presente especial na vida de cada um de nós, que te amamos, admiramos, e queremos muito bem.
Obrigado por tudo meu filho! Segue, vai em frente! Sê feliz!
E que o nosso Deus te abençoe.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

CORAÇÃO DE MÃE



"O CORAÇÃO DA MÃE É A SALA DE AULA DO SEU FILHO."

(Henry Ward Beecher)

Nota:

Encontrei este interessante pensamento no blogue da amiga Lilá(S).
Creio que é muito verdadeiro.