terça-feira, 6 de setembro de 2011

Notícias sobre o estado de saúde da menina Raquel


Fonte da imagem: http://www.315zg.com/tag/funny-kids

Recebemos hoje da irmã Margarida de Barros, Secretária da Convenção Baptista Portuguesa, as notícias que se seguem sobre o estado de saúde da pequenina Raquel, que teve de fazer no sábado passado uma cirurgia cardíaca de urgência.

"O Pastor Jónatas Lopes deseja expressar a todos os irmãos que têm orado pela sua família e a todos os que têm de uma forma ou outra manifestado o seu cuidado a sua gratidão. Sentem-se muito sensibilizados e agradecidos.

Continuam, no entanto, a pedir as orações ao Senhor pois, apesar de a operação ter corrido bem, de a Raquel estar fora de perigo e sem sequelas, apesar de todo o acompanhamento e cuidado que tem tido que não poderia ser melhor, o processo de recuperação e de internamento irá ser possivelmente longo e também poderá haver algum revés. Não se sabe ainda que bactéria a afetou e ainda há inflamação.

Assim, vamos continuar orando para que o Senhor acompanhe esta família e todos os que forem necessários ao seu redor para que a Raquel volte bem para o seu lar.

Continuaremos a informar os irmãos, na medida que for necessário.

Com saudações fraternais,

Margarida Barros
(secretária da CBP)

Nota:
A Raquel é filha do Pastor Jónatas Lopes e da Filipa.

Estou muito grata a todos aqueles que intercederam, e estão a interceder, junto do Deus de amor, em favor da pequenina Raquel. Vamos continuar, com fé e confiança na misericórdia bendita do Senhor.
Bem hajam.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

"UMA VIDA PASSAGEIRA"


Fonte da imagem -http://extension.missouri.edu/p

Encontrei no blogue da minha amiga Ana - http://anamgs.blogspot.com/ - este texto, cujo conteúdo achei muito interessante e significativo, e daí, desejar partilhá-lo com os amigos que gentilmente por aqui passam.

«Se pudéssemos ter consciência do
quanto nossa vida é passageira,
talvez pensássemos duas vezes
antes de jogar fora as oportunidades
que temos de ser e de fazer os outros
felizes. Muitas flores são colhidas cedo
demais. Algumas, ainda em botão.
Há sementes que nunca brotam e há
aquelas flores que vivem a vida inteira,
até que, pétala por pétala, tranquilas,
vividas, se entregam ao vento.

Mas não somos adivinhos. Não sabemos
por quanto tempo estamos enfeitando
esse jardim e tão pouco aquelas flores que
foram plantadas ao nosso redor.
E descuidamos.Cuidamos pouco. De nós,
dos outros.

Nos entristecemos por coisas pequenas e
perdemos minutos de horas preciosos.
Perdemos dia, às vezes anos.
Nos calamos quando deveríamos falar;
falamos demais quando deveríamos ficar
em silêncio.

Não damos o abraço que tanto nossa alma
pede por que algo em nós impede essa
aproximação.
Não damos um beijo carinhoso "por que não
estamos acostumados com isso" e não dizemos
que gostamos por que achamos que o outro sabe
automaticamente o que sentimos.

E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e
adormece e continuamos os mesmos, fechados
em nós. Reclamamos do que não temos o
suficiente. Cobramos, dos outros, da vida, de
nós mesmos.

Nos consumimos. Costumamos comparar nossas
vidas com as daqueles que possuem mais que a
gente.

E se experimentássemos nos comparar com
aqueles que possuem menos?
Isso faria uma grande diferença.
E o tempo passa...

Passamos pela vida, não vivemos.
Sobrevivemos, por que não sabemos
fazer outra coisa. Até que, inesperadamente,
acordamos. E então nos perguntamos:
E agora?

Agora hoje, ainda é tempo de reconstruir
alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer
uma palavra carinhosa, de agradecer pelo
que temos.

Nunca se é velho demais ou jovem demais
para amar, dizer uma palavra gentil ou
fazer um gesto carinhoso.

Não olhe para trás, o que passou, passou.
O que perdemos, perdemos. Olhe para
frente!

Ainda é tempo de apreciar as flores que
estão inteiras ao nosso redor.
Ainda é tempo de voltar-se para Deus e
agradecer pela vida, que mesmo passageira,
ainda está em nós! Pense!... Não o perca mais!»

(Desconheço o autor)

http://anamgs.blogspot.com/

domingo, 4 de setembro de 2011

Porque hoje é Domingo (167)


Fonte da imagem: http://www.dannybia.com/danny/bibl/tudo_

«Quão amáveis são os teus tabernáculos, SENHOR dos Exércitos!

A minha alma está desejosa, e desfalece pelos átrios do SENHOR; o meu coração e a minha carne clamam pelo Deus vivo.

Até o pardal encontrou casa, e a andorinha ninho para si, onde ponha seus filhos, até mesmo nos teus altares, SENHOR dos Exércitos, Rei meu e Deus meu.

Bem-aventurados os que habitam em tua casa; louvar-te-ão continuamente. (Selá.)

Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração estão os caminhos aplanados.

Que, passando pelo vale de Baca, faz dele uma fonte; a chuva também enche os tanques.

Vão indo de força em força; cada um deles em Sião aparece perante Deus.

SENHOR Deus dos Exércitos, escuta a minha oração; inclina os ouvidos, ó Deus de Jacó! (Selá.)

Olha, ó Deus, escudo nosso, e contempla o rosto do teu ungido.

Porque vale mais um dia nos teus átrios do que mil. Preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas dos ímpios.

Porque o SENHOR Deus é um sol e escudo; o SENHOR dará graça e glória; não retirará bem algum aos que andam na retidão.

SENHOR dos Exércitos, bem-aventurado o homem que em ti põe a sua confiança.»

(Livro dos Salmos cap. 84)

sábado, 3 de setembro de 2011

Pedido urgente de Oração


Fonte da imagem: http://ibrnovooriente.blogspot.com

Acabei de receber da Irmã Margarida de Barros (a pessoa que me enviou o ninho do post anterior)o seguinte pedido urgente de oração:

"Prezados irmãos,

Saudações fraternais em Cristo.

Vimos solicitar aos irmãos que promovam nas vossas igrejas um tempo de oração em favor da filha do Pastor Jónatas e Filipa Lopes. A Raquel, de 3 aninhos de idade, está neste momento a ser submetida a uma operação ao coração de urgência em virtude de um virus ou bactéria que se alojou e que lhe está a causar problemas graves. Teve de ir de emergência para o hospital em Coimbra, e é lá que, nesta tarde, a operação se está a efectuar.

Agradecendo ao Senhor pela vida e ministério desta família, intercedamos pela saúde da sua pequenina.

Louvamos a Deus pela oportunidade de nos unirmos como seu povo em intercessão.

Desejamos bênçãos para todo o trabalho que neste fim de semana se realiza em adoração a Deus e em proclamação da salvação em Cristo Jesus."

Margarida Barros
(secretária da CBP) - Convenção Baptista Portuguesa

Peço a todos os amigos que por aqui passarem e que crêem no poder da Oração, o grande favor de se unirem a nós e elevarem as suas preces em favor desta menina. Vamos colocá-la nas mãos amorosas e ternas do Mestre, que um dia disse:
"Deixai vir a mim os meninos porque deles é o Reino dos Céus"...
...E tomando-os nos seus braços e impondo-lhes as mãos, os abençoou".

Quem se lembraria de enviar um ninho pelo correio?


O envelope do correio com o ninho e o marcador que vimha junto.
Clique em cima se quiser ler o marcador.


O ninho

Tínhamos acabado de almoçar. O Jorge desceu as escadas e foi á caixa do correio.
Instantes depois, entrou com um envelope de tamanho médio, na mão, e virando-se para mim, disse: "É para ti". Eu, como espero receber a qualquer momento uma carta do Brasil, da minha amiga Michele, olhei e disse: Já sei, é do Brasil! O Jorge disse: "Vê lá bem se é do Brasil". Então, pegando no envelope e olhando para o remetente vi que vinha do Pragal, do outro lado do Tejo, da minha querida amiga e irmã em Cristo Margarida de Barros. Dirigi-me ao escritório e cheia de curiosidade abri o envelope e, á primeira impressão, olhando para dentro, vi um saco de plástico dobrado várias vezes e dentro, pareceu-me ver umas ervas secas e logo pensei: Ah! a Margarida deve ter encontrado algumas ervinhas especiais para tratar a minha artrite, com a qual ela sabe que eu sofro muito. Porém, logo vi que havia um ninho de passarinho bem acomodado no saco de plástico. O meu coração levou "um baque"! Fiquei sem palavras e com uma sensação de perda de forças, fiquei muito estranha, mesmo. Quando tomei bem consciência do que a minha amiga fizera, pôs-se-me um nó na garganta e as lágrimas começaram a cair. Pensei: Só mesmo alguém que me quer muito bem, que me ama muito, que tem prazer em alegrar-me, poderia fazer isso. Pude perceber então que a nossa doce e linda amizade e...amor cristão, que é muito maior que a amizade, que já dura há mais de trinta anos, é uma preciosidade, uma joia de grande valor, que vale tanto, tanto, que é capaz de me surpreender com um gesto como este, de alguém que caminha na rua com os seus cães e que de repente vê um ninho de passarinho, onde houve "criação", e que já não sendo necessário para nada, o vento se encarregou de o atirar para o chão. O que me encanta e comove é que a Margarida ao vê-lo se tenha lembrado de mim! Ela sabe que eu gosto muito de ninhos vazios e que até coleciono...mas nunca falámos sobre isso; ela soube por o blogue ou um e-mail, mas fixou e eu acho isso tão bonito, tão bonito!
Depois, foi ao correio comprou um envelope apropriado e...imagino o carinho e a alegria com que o colocou na caixa do correio.
Mais uma vez, o meu Deus a quem tanto amo e a quem procuro alegrar e servir, me fez "uma gracinha"! Ah! mas Ele faz-me tantas "gracinhas"! Acho que Ele olha sorrindo para mim e diz: "Miúda: Toma lá, é para ti!" Acho que Ele se diverte a fazer-me sorrir e a fazer-me feliz, com tantas...grandes e pequenas coisas...

Irmã Margarida - ou melhor - Guida: Não imagina o que o seu gesto amoroso e gentil, fez comigo...Passaram-se mais de 24 horas e ainda estou debaixo desse efeito tão bom e tão especial que faz com que os meus olhos deixem, livremente, escapar o conteúdo do saco lacrimal.
Obrigado, muito obrigado! Nunca esquecerei o que fez e, sei que quando disto me lembrar, hei-de sorrir de alegria e felicidade.
Bem haja, minha querida irmã. Que o nosso Deus a recompense e a abençoe muito.
Um beijo

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Manuela de Azevedo - Um nome que honra as mulheres portuguesas


Manuela Azevedo hoje, aos cem anos


A Jornalista quando jovem


O último livro publicado

Manuela de Azevedo, a decana do jornalismo nacional comemorou ontem cem anos. O seu sentido crítico mantem o apuro de outros tempos.

Se o tempo lhe devolvesse a vista, não sobravam dúvidas a Manuela de Azevedo. "Se a saúde me deixasse, faria uma reportagem que envolvesse velhos e crianças", admitiu a primeira mulher a receber em Portugal a carteira profissional de jornalista.O quê, ao certo, não sabe. "Se eu estivesse realmente em contacto com a vida, conheceria os problemas de raíz, problemas que necessitam de ser divulgados e que não conheço porque, não sendo cega, vejo já muito mal e não consigo ler. As notícias? Oh,menina, essas só as vou ouvindo", confessou ontem ao DN, (Diário de Notícias) no dia em que celebrou cem anos.
Volvido um século de vida e quase oitenta de início de actividade, Manuela de Azevedo confessa que a máxima que lhe foi passada pelo director do Diário de Lisboa (DL) JoaquimManso ainda lhe serve de inspiração: "Os jornalistas têm liberdade e autoridade máximas". E, se não têm, deveriam ter."Porque o jornalismo ajuda a abrir os olhos e ao desenvolvimento do País. Actualmente, só lhe falta sentido de responsabilidade. Especula-se um bocado e eu não gosto disso", criticou. Graças a Deus não é sempre nem em todos os orgãos", adiantou.
Começou a trabalhar nova, tinha 23 anos e desde então levou a maior parte dos seus dias a escrever 16 horas seguidas. Pisou as redações de República, Vida Mundial,Dl, O Dia e DN. "Sinto-me profissionalmente realizada.Dentro dos meus horizontes, não deixei nada por fazer. Nunca quis ser directora, nem chefe de redação, nem coisas nenhuma desse género. Queria, e tinha, a liberdade de entrar e sair quando me apetecia."
E assim fazia.
De reportagem em reportagem, há uma que não esquece."Foi uma investigação para o DN, já depois do 25 de Abril, sobre a história de pré-introdutor da Inquisição em Portugal.
Ana Filipa Silveira
(Diário de Notícias)

Nota:

Manuela de Azevedo, para além de jornalista, foi também professora, critica de arte e escritora. Escreveu e publicou dezenas de livros, contos, novelas, ensaios, biografias, crónicas, romance e teatro.
Nascida em Lisboa, foi ainda criança viver em Mangualde, onde o seu pai era correspondente de "O Século", cuja leitura despertou nela o gosto pelo jornalismo.
Em 1935 lançou o livro de poemas "Claridade", com prefácio de Aquilino Ribeiro.
Doou uma parte importante do seu espólio á Camara Municipal de Santarém, local onde a Jornalista é muito considerada e estimada, tendo-lhe sido prestada ontem uma significativa homenagem.
Durante as últimas décadas fundou e dirigiu a Casa Memória de Camões, em Constância.
A esta ilustre e valorosa mulher portuguesa, presto aqui, a minha homenagem e manifesto a minha gratidão, pelo que é, pelo que fez e, por o exemplo que nos deixa, de que vale a pena lutar e perseguir os nossos sonhos, dando sempre o melhor de nós, sem nunca baixar os braços.
Obrigado, muito obrigado, Manuela!
Que Deus lhe conceda ainda muitos anos de vida vividos em paz e contentamento.


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Português já esteve em todos os países do mundo


João Paulo Peixoto na China

Vi e ouvi, ontem, a entrevista feita por um jornalista de um canal televisivo, a um homem de meia-idade, português, professor universitário e, que para meu espanto...acabou de regressar da sua 193ª viagem pelo mundo.
Sorridente, feliz, e com um aspecto saudável, João Paulo Peixoto deixou-me encantada com o seu feito e, principalmente, por aquilo que diz ter aprendido quando viajou por os 193 países reconhecidos pela ONU e por os 204 independentes.
É o 10º homem no mundo a conseguir este feito.
Não resisto a apresentar aqui aos amigos o que "descobri" sobre ele:

"João Paulo Peixoto, de 47 anos, regressou este fim-de-semana de Israel. Com esta viagem, o português visitou o último país que lhe faltava dos reconhecidos pela ONU.

Contactado pelo Boas Notícias, esclarece: "o que eu fiz foi visitar os 193 países reconhecidos pela ONU e os 204 países independentes. Mas fi-lo ao longo de muitos anos (desde que nasci, embora mais intensamente nos últimos 20)".

No entanto, só há dois anos João Paulo Peixoto decidiu passar em todos os países reconhecidos pela ONU.

Dos países que visitou, e apesar das experiências riquíssimas por que passou em cada um deles, o português falou de uma situação que marcou a sua vida...

Uma experiência de vida

...Apanhado pelas cheias, no Paquistão, João Paulo Peixoto encontrou vários desalojados e constatou que "o auxílio das agências internacionais não chegava às populações".

Assim, o português decidiu pedir aos amigos em Portugal que lhe transferissem dinheiro para a conta para distribuir pelas famílias. Ao todo, com a ajuda dos amigos, distribuiu 2.500 euros.

"Todos os agradecimentos eram sinceros e muitos deles eram feitos lavados em lágrimas. Não imaginam a diferença que 50 euros podem fazer para uma família desalojada no Paquistão", explicou.

Lições para não esquecer

De todas as viagens que fez, o português guarda uma grande lição: "a raça humana é maravilhosa, sendo que na nossa verdadeira essência somos todos iguais".

“O que une a raça humana é sua capacidade de amar e a nossa tendência para o bem, e isso existe em todos os países, da mesma forma”. Para além disso, João Paulo Peixoto não se esquece de outra lição que aprendeu: que nós, portugueses, trouxemos uma herança muito rica ao mundo e deixámos muitas influências. Esses povos "não se esquecem de nós e da importância que tivemos; sabem muito melhor que nós onde estivemos e aquilo que fizemos no seu país".

"Devíamos estar orgulhosos disso e capitalizar de diferentes formas esta importância. Penso que depois dos ingleses e franceses fomos o povo que mais importância teve na história da humanidade", concluiu."
(Boas Notícias)