sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Mais uma do Nuno


Há dias, o meu neto Nuno de 6 anos, estava como habitualmente acontece, a brincar sózinho. Ele passa horas entretido com as suas brincadeiras inventadas.
Gosta muito de brincar na cozinha onde encontra muitos objectos que lhe servem perfeitamente para os fins em vista.
Quando brincava, volta-se para a mãe e pergunta-lhe se ela quer comprar alguma coisa.
A mãe olha, e diz:
"Este aqui, é para menino ou para menina?"
Ele responde:
"Esse é para menino, mas tenho aqui este que é MINI - SEXO."
A mãe pergunta.
"mini-sexo, como?"
Ele diz:
È para menino e para menina."

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Toma tempo


Imagem da net

TOMA TEMPO
PARA SER AMÁVEL
Bastará por vezes apenas um
sorriso ou uma simples palavra.

TOMA TEMPO PARA DAR
Sentirás paz e alegria.

TOMA TEMPO PARA SORRIR
È a música da alma.

TOMA TEMPO PARA PENSAR
É a semente da realizção.

TOMA TEMPO
PARA TRABALHAR
É o preço do êxito.

TOMA TEMPO PARA AMAR
É um previlégio concedido por Deus.

TOMA TEMPO PARA ORAR
É o maior poder da terra.

TOMA TEMPO PARA ESTUDAR A BÍBLIA
É a glória imortal da humanidade.

(Desconheço o autor)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Entre o Sono e o Sonho...


http://olhares.aeiou.pt/leito_do_rio_sao_francisco_foto692775.html
Foto de Wania Pedroso

Entre o sono e sonho,
Entre mim e o que em mim
É o quem eu me suponho
Corre um rio sem fim.

Passou por outras margens,
Diversas mais além,
Naquelas várias viagens
Que todo o rio tem.

Chegou onde hoje habito,
A casa que hoje sou.
Passa, se eu me medito;
Se desperto, passou.

E quem me sinto e morre
No que me liga a mim
Dorme, onde o rio corre-
Esse rio sem fim.

(Fernando Pessoa)

"Poema tardio de Pessoa, datado de 11/9/1933, "entre o sono e o sonho" trata de um tema querido a Pessoa ortónimo: a incapacidade prática de atingir na vida real o que se imagina poderá ser a vida ideal.

Passa neste poema a ideia de fragmentação e de divisão. São estes dois fortes alicerces, a fonte da angústia do poeta quando analise a sua própria vida. Se por um lado a sua personalidade é marcada por um forte idealismo, um forte "sonhar", ela é também dominada por uma fraca capacidade de concretizar esse sonhar em realidade. Ou, por outro lado, é o "sonhar" demasiado intenso sequer para poder ser concretizado - é demasiado inalcançável.

A fragmentação, por outro lado, "a casa que hoje sou", é um prédio solitário com demasiadas divisões, onde habita a alma de um poeta sem esperança de dar a volta a uma vida demasiada cruel."

(http://omj.no.sapo.pt/Forum/poema_entre_o_sono_e_o_sonho.htm)

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

PROMOÇÃO DE ANO NOVO


Recebi da minha amiga Elaine, do blogue:http://elainegaspareto.blogspot.com, este simpático convite para participar nesta PROMOÇÂO DE ANO NOVO.
Obrigada amiga linda, pela lembrança.
Então aí vai:

Em 2010, eu quero viver uma vida de alegria e autenticidade, que corresponda ás expectativas que o Senhor meu Deus tem de mim.

Passo este desafio a três queridas amigas:

Angela Guedes do blogue: http://angelabeneguedes.blogspot.com/
Sónia Regina do blogue: http://sonreglom.blogspot.com/
Anita, do blogue: http://amorfraternal.blogspot.com/

Solicito que façam o favor de dar continuidade ao desafio, indicando cada uma, très pessoas a quem passam o testemunho; e que vão até ao blogue da Elaine, informar através de um comentário no post deste desafio, quem são essas pessoas, e também, ESCOLHER o livro que desejam receber, caso venham a ser premiadas.

Recapitulando:

A amiga leva o selo, posta no seu blog, completa a frase que está no selo e convida mais 3 pessoas para participar, sem esquecer de dizer a cada uma para avisar a Elaine que está participando. E diz qual livro gostaria de ganhar se for um dos premiados.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Recordando Francisco Rodrigues Lobo e a nostálgica cidade de Leiria


Vivi uma parte da minha infância e juventude na bela cidade do Lis - Leiria.
Como é natural, vêm-me á lembramça com frequência, muitas e gratas recordações desses bons tempos.Hoje lembrei-me da Praça Francisco Rodrigues Lobo, onde na altura era feita a Feira dos Cereais.E assim, em homenagem a esse grande poeta e filho da terra, que dá o nome á praça, decidi publicar aqui um dos seus muitos e belos poemas.

Francisco Rodrigues Lobo (1579-1621) é um dos mais importantes discípulos de Camões. Tendo sido influenciado por Gôngora, é considerado o iniciador do Barroco na literatura portuguesa. Era de uma família de cristãos-novos, formou-se em Direito na Universidade de Coimbra, não se conhecendo quaisquer cargos públicos que tenha exercido. Morreu afogado numa viagem de barco que fazia entre Santarém e Lisboa. A nível poético, escreveu romances bucólicos, éclogas e sonetos Éclogas, Primavera, Condestabre e O Pastor Peregrino). Em prosa escreveu a Corte na Aldeia (1619), que é uma colecção de diálogos didácticos sobre preceitos da vida na corte. Esta obra reflecte a frustração da nobreza portuguesa pelo desaparecimento da corte nacional sob a dominação filipina.

CANTIGA

Descalça vai para a fonte,
Leanor pela verdura;
Vai fermosa, e não segura.

A talha leva pedrada,
Pucarinho de feição,
Saia de cor de limão,
Beatilha soqueixada;
Cantando de madrugada,
Pisa as flores na verdura:
Vai fermosa, e não segura.

Leva na mão a rodilha,
Feita da sua toalha;
Com üa sustenta a talha,
Ergue com outra a fraldilha;
Mostra os pés por maravilha,
Que a neve deixam escura:
Vai fermosa, e não segura.

As flores, por onde passa,
Se o pé lhe acerta de pôr,
Ficam de inveja sem cor,
E de vergonha com graça;
Qualquer pegada que faça
Faz florescer a verdura:
Vai formosa, e não segura.

Não na ver o Sol lhe val,
Por não ter novo inimigo;
Mas ela corre perigo,
Se na fonte se vê tal;
Descuidada deste mal,
Se vai ver na fonte pura:
Vai fermosa, e não segura

(Francisco Rodrigues Lobo)

domingo, 3 de janeiro de 2010

Porque hoje é Domingo (84)



Mulher orando - Imagem da net


Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, aos santos que estão em Éfeso, e fiéis em Cristo Jesus:

Graça a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.

Bendito seja o Deus e pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bençãos espirituais nas regiões celestes em Cristo; como tambem nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dele em amor; e nos predestinou para sermos filhos por adopção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito da sua vontade, para louvor da glória da sua graça, a qual nos deu gratuitamente no amado; em quem temos a redenção pelo seu sangue, a redenção dos nossos delitos, segundo a riqueza da sua graça, que ele fez abundar para conosco em toda a sabedoria e prudência, fazendo-nos conhecer o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que nele propôs, para a dispensação da plenitude dos tempos, de fazer convergir em Cristo todas as coisas, tanto as que estão no céu como as que estão na terra, nele, digo,no qual também fomos feitos herança, havendo sidos predestinados conforme o propósito daquele que faz todas as coisas segundo o conselho da sua vontade, com o fim de sermos para o louvor da sua glória, nós, os que antes havíamos esperado em Cristo, no qual também vós, tendo ouvido a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, e tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa, o qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão de Deus, para o louvor da sua glória.
( Ep. de S. Paulo aos Efésios cap. 1 : 1 a 14)

sábado, 2 de janeiro de 2010

O mês de Janeiro


Azedas- flores de Janeiro

Estamos em Janeiro.
Janeiro, que não foi sempre o primeiro mês do ano, pois na antiguidade romana ele era somente o undécimo primeiro.
Foi Numa Pompílio,o segundo dos sete reis de Roma, que alterou o calendário civil, e que sendo um grande devoto do deus Jano, mandou edificar um grande templo ao qual consagrou esse mês que passou desde então a ser o primeiro do ano.
Jano, do latim Janua, tem o significado de «porta», «entrada».por onde entra o ano novo.
O primeiro mês passou a chamar-se então Januárius, Janeiro.
È o mês do ano sobre o qual o povo, sagaz e bom observador, criou o maior número de provérbios e sentenças populares.
Eis algumas:

"Calça branca em Janeiro é sinal de pouco dinheiro"

"Chuva de Janeiro, cada gota vale dinheiro"

"Em Janeiro sobe ao outeiro. Se vires verdejar pôe-te a chorar, se vires terrear pôe-te a cantar."

"Janeiro fora, mais uma hora,e quem bem contar hora e meia lhe há-de achar."

"Janeiro frio e molhado, enche a tulha e farta o gado."

"Luar de Janeiro, não tem parceiro, mas o de Agosto dá-lhe no rosto."

"Não há luar como o de Janeiro nem amor como o primeiro."

Ainda um poema sobre Janeiro de E. Spenser:

Veio então o velho Janeiro, bem embrulhado
Em ervas daninhas para se proteger do frio.
Mas, para vencer, bamboleava-se e tremia.
Soprava nos dedos, tentando aquecê-los.
Eles, porém, estavam dormentes, por terem segurado,
Todo o dia, um machado afiado que derrubara
Àrvores e cortara ramos inúteis."
(A raínha das fadas)