No dia seguinte João estava outra vez ali, e dois dos seus discípulos;
E, vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus.
E os dois discípulos ouviram-no dizer isto, e seguiram a Jesus.
E Jesus, voltando-se e vendo que eles o seguiam, disse-lhes: Que buscais? E eles disseram: Rabi (que, traduzido, quer dizer Mestre), onde moras?
Ele lhes disse: Vinde, e vede. Foram, e viram onde morava, e ficaram com ele aquele dia; e era já quase a hora décima.
Era André, irmão de Simão Pedro, um dos dois que ouviram aquilo de João, e o haviam seguido.
Este achou primeiro a seu irmão Simão, e disse-lhe: Achamos o Messias (que, traduzido, é o Cristo).
E levou-o a Jesus. E, olhando Jesus para ele, disse: Tu és Simão, filho de Jonas; tu serás chamado Cefas (que quer dizer Pedro).
No dia seguinte quis Jesus ir à Galiléia, e achou a Filipe, e disse-lhe: Segue-me.
E Filipe era de Betsaida, cidade de André e de Pedro.
Filipe achou Natanael, e disse-lhe: Havemos achado aquele de quem Moisés escreveu na lei, e os profetas: Jesus de Nazaré, filho de José.
Disse-lhe Natanael: Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? ( Disse-lhe Filipe: Vem, e vê.
Jesus viu Natanael vir ter com ele, e disse dele: Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo.
Disse-lhe Natanael: De onde me conheces tu? Jesus respondeu, e disse-lhe: Antes que Filipe te chamasse, te vi eu, estando tu debaixo da figueira.
Natanael respondeu, e disse-lhe: Rabi, tu és o Filho de Deus; tu és o Rei de Israel.
Jesus respondeu, e disse-lhe: Porque te disse: Vi-te debaixo da figueira, crês? Coisas maiores do que estas verás.
E disse-lhe: Na verdade, na verdade vos digo que daqui em diante vereis o céu aberto, e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem.
(Ev. de S. João cap. 1:35 a 51)
domingo, 8 de junho de 2014
sábado, 7 de junho de 2014
Estamos no mês de Junho
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| Rosa brava - Rosa sempervirens. Fonte da imagem: http://profs.ccems.pt/ |
a roseira-brava espraia-se na verdura".
(Scott.)
E assim, como a correr, a correr, chegámos ao mês de Junho, o do meio do ano. Quase sem dar-mos por isso, constatamos que metade do ano de 2014, já lá vai. Para a maioria das crianças e jovens, o ano léctivo acabou ontem...hoje, começam as férias.
Por aqui, na Europa, todos gostamos do mês de Junho, e sorrimos, quando ele chega. Trás com ele o início das idas à praia, das férias, das colheitas, dos dias longos, e tantas outras coisas agradáveis.
Algumas curiosidades sobre o mês de Junho:
No antigo calendário latino, Junho era o quarto mês. Diz Ovídeo que o seu nome se deve a Juno, mas outros autores relacionam a palavra com o consulado de Junius Brutus. É, no entanto, provável que tenha relação com a agricultura e que, originariamente, o termo indicasse o mês em que as colheitas amadurecem.
Os anglo- saxões chamavam-lhe "Mês seco" e também "Mês do solstício", e, por último, e em contraposição a Julho, "Primeiro mês ameno". O solstício de verão ocorre no mês de Junho.
(Enc.Brit)
Adágios de Junho
"Se em Maio houver névoa e em Junho calor,
os meses terão todo o seu esplendor."
"Junho chuvoso, ano formoso."
"Se Junho for húmido e quente
verás o camponês contente.".
(No livro - A Alegria de Viver com a Natureza - Diário de Edith Holden)
quinta-feira, 5 de junho de 2014
A SINTRA QUE FERREIRA DE CASTRO TANTO AMOU
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| A tranquila Barragem do Rio da Mula - em Sintra. Visito este lugar com frequência. Fonte da imagemhttp://cnpgb.inag.pt/gr_ |
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| O mágico Palácio da Pena - em Sintra - que olho vezes sem conta... desta janela... Fonte da imagem: http://www.planetware.com/ A SINTRA QUE FERREIRA DE CASTRO TANTO AMOU
De Cibita, como lhe chamavam os gregos e os tùrdulos, deriva o nome de SINTRA. Cintia era então, para sábios e poetas, o promontório da lua. O promontório da lua: Fantástica, misteriosa designação...
Que realidade. escondida, que verdade ignorada entreviram, lucidamente, os nossos longínquos antepassados? ...
...Nós sabemos, nós sentimos que só eles tinham razão, que Sintra não é um lugar como outro qualquer, que Sintra caíu entre nós por qualquer morta aventura, que Sintra não nos pertence, e nós não a merecemos porque não cremos na sua estranha origem.
Condições climatéricas, natureza do terreno, constituição geológica?
Mentira, horrível mentira! A força que alimenta os fetos, erguendo-os até ao céu, e dando-lhes natureza de árvore, a seiva que oferece ás flores tão belos matizes, as mil tonalidades de verde, a harmonia duma paisagem em que os rochedos e os penhascos se conjugam com as camélias e com os cisnes brancos, o sangue que palpita nas veias da serra de Sintra, vêm da lua, da nuvem, de toda a parte, menos deste mundo. Os que amam Sintra, os adeptos da sua doce religião pagã, sabem-no bem. É um mundo diferente, onde a beleza é o ar que se respira, e a poesia é a própria respiração.
...Que poder sobrenatural se desprende das faldas luxuriantes da serra?
Sintra é a terra das interrogações, das surpresas.
Porque é que naquele recanto nevoento, se juntam plantas e flores dos cinco continentes?
Porque é que as nuvens vêm cobrir, a todo o instante, os seus píncaros, que não ultrapassam, no entanto, os quinhentos e quarenta metros? As nuvens buscam o promontório da lua, saudade dum planeta ou duma estrela onde estiveram um dia.
...Abandonemos inteligência, lógica, raciocínio. Sintra é para sentir e só sentindo, se pode conhecer..Abandonemos regras e ciências; é a única maneira de possuir a eterna poesia de Sintra.
( António Quadros - no livro - IN MEMORIAM DE FERREIRA DE CASTRO
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quarta-feira, 4 de junho de 2014
Palavras sentidas por Michel Quoist
terça-feira, 3 de junho de 2014
MACEIRA É ISTO!.. De Manuel D. Pereira (o senhor Manuel da Música)
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| Fonte da imagem: http://amateriadotempo.blogspot.pt/ |
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Ser companheiro - Agostinho da Silva
Imagem da net.
SER COMPANHEIRO
"Ser companheiro vale mais do que ser chefe. É preciso que os homens à sua volta nunca tenham nenhuma angústia, não sofram nunca por o sentirem a você superior a eles; a sua superioridade, se existir, deve ser um bálsamo nas feridas, deve consolá-los, aliviar-lhes as dores.
A sua grandeza, querido Amigo, deve servir para os tornar grandes, no que lhes é possível, não para os humilhar, para os lançar no desespero, no rancor, na inveja."
Agostinho da Silva, in "Sete Cartas a um Jovem Filósofo"
Nota:
Encontrei este interessante texto, no blogue do meu bom amigo Paulo -
- http://abrigodossabios-paulo.blogspot.pt/
Achei -o tão oportuno que o trouxe para partilhar aqui com os amigos.
Obrigada, Paulo.
domingo, 1 de junho de 2014
Porque hoje é Domingo (294)
(Livro do profeta Isaías cap. 7:2b)
...Se o não crerdes, certamente não ficareis firmes.
(Livro do profeta Isaías cap.7:9)
"Deus é o princípio de tudo e sem Deus, o fim não alcança".
(Pastor J. S. Regueiras - Morelena, 1/o2/o5)

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