domingo, 22 de julho de 2018

Porque hoje é Domingo (499)


SENHOR!, tu examinaste-me  e conheces-me.
Conheces todos os meus movimentos;
à distância, sabes  os meus pensamentos.
Vês-me quando trabalho e  quando descanso;
conheces todas as minhas acções.
Mesmo antes de eu falar,
já tu sabes o que vou dizer.
Tu estás à minha volta por todo o lado;
colocas sobre mim a tua mão protectora.
O teu conhecimento é para mim demasiado profundo;
está para além  da minha compreensão.

Onde poderia eu ir, para escapar de ti?
Para onde poderia eu fugir da tua presença?
Se subisse ao céu, lá estarias;
se descesse ao mundo dos mortos, lá estarias também.
Se eu voasse para além do oriente
ou fosse habitar nos lugares mais distantes do ocidente,
também lá a tua mão desceria sobre mim,
lá estarias para me segurar!
Se eu pedisse à escuridão para me esconder
ou à luz para se transformar em noite à minha volta,
a escuridão não me esconderia de ti
e a noite seria para ti tão brilhante como o dia.
Para ti a escuridão e a luz são a mesma coisa!...

... Examina-me ó Deus, e conhece o meu coração;
pôe-me à prova e conhece os meus pensamentos.
Vê se eu sigo pelo caminho do mal
e guia-me pelo caminho eterno.

(Salmo 139: 1 a 12 e 23 e 24)
      Na Bíblia para Todos

sábado, 21 de julho de 2018

A casa branca - Um poema de Gióia Júnior

 A casinha branca  no quintal da minha aldeia.

A casa branca

Entre as lembranças do passado, existe
a casa branca de portão fechado,
jardim florido e quarto perfumado;
sonho doirado de um menino tiste!

Fiz-te o projecto, fiz-te a planta, fiz-te
desde o alicerce aos cumes do telhado;
viste o desenho e, para meu agrado,
num delicado gesto consentiste...

Garoto inquieto, para seu regalo,
o próprio tempo em sua ingenuidade,
vendo o castelo, foi desmoroná-lo...

A casa branca já não mais existe;
resta somente o escombro da saudade:
amargo sonho de um menino triste!

 (Gióia Júnior - no livro - Orações do Cotidiano)

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Lágrimas, choro, pranto.

 Lágrimas de vizinhos solidários: chorando e confortando  uma viúva. (Fotografei da janela)  
Lágrimas, choro, pranto. 
Lágrimas são gotas de humor áqueo que saem a pares dos olhos de quem chora. Choro é a acção de chorar, ou derramar lágrimas, por uma cousa não estranha a nós e por uma qualidade que nos  é inerente. Pranto é a efusão do sentimento que naturalmente fazemos  vertendo lágrimas, a impulso duma causa estranha a nós e que nos produz grande dor-  O choro pode ser mudo e silencioso; o pranto é sempre acompanhado de vozes sentidas, e de gritos lamentáveis, e então se chama pranto desfeito. Muito bem disse Vieira,  falando de Davide  na morte de Abner: «Eis  que começa  Davide a rebentar em lágrimas, e todos com ele em pranto desfeito». E falando de como foi chorada  a morte  de El-Rei D. Manuel, diz:  «O pranto mais público que se viu na nação portuguesa, foi quando chegaram à India as novas da morte de El-Rei D. Manuel...Começaram a chorar em gritos, e se levantou o maior e mais lastimoso pranto que jamais se  vira» (I, 876, e 879).

 (No Dicionário dos Sinónimos - Poético e de Epítetos da Língua Portuguesa)
          Lellos & Irmão

quarta-feira, 18 de julho de 2018

CONFIA NO SENHOR

A gaivota, descansa confiadamente, na chaminé  do prédio  em frente da minha cozinha. 

CONFIA NO SENHOR
de todo o teu coração:
não te fies na tua própria
inteligência. Apoia-te nele em 
tudo o que empreenderes e ele te
mostrará como deves agir.

  (Provérbios 3:5 e 6)

segunda-feira, 16 de julho de 2018

CONTO - Um poema de Pedro Homem de Mello

O belo mar do Cabo da Roca - Portugal (foto minha)

CONTO

Nunca ouviram contar
Que treze marinheiros
Ficaram prisioneiros
No cárcere do mar?

Malévolas e belas
Em volta do navio
As espadas das ondas
Bradavam desafio.

Então, dos tripulantes
Houve um só que sorriu
Ao ver a chama inquieta
Das ondas espumantes!

     - Mas esse, era poeta...

(Pedro Homem de Mello - no livro - SEGREDO)

domingo, 15 de julho de 2018

Porque hoje é Domingo (498)


Paulo,  apóstolo  de Cristo Jesus por vontade de Deus, conforme a promessa de vida que ele nos fez em  Cristo Jesus, ao querido filho Timóteo.
   Que Deus, nosso Pai,  e Jesus Cristo nosso Senhor, te dêem graça,  misericórdia e paz.  (II Ep a Timóteo 1:1 e 2)
           
   Quanto a ti, meu filho, fortalece-te na graça que vem de Cristo Jesus. E o que ouviste de mim, diante de muitas testemunhas, transmite-o a pessoas de confiança que sejam capazes de o ensinar a outros. Compartilha os sofrimentos como fiel soldado de Jesus Cristo. O soldado que vai para a guerra deixa de se  preocupar com os negócios da vida civil para poder agradar ao comandante. E quem  toma parte numa competição desportiva só rcebe o prémio se cumprir as regras do jogo. O camponês  que trabalha é que deve ser o primeiro a beneficiar  do fruto do seu trabalho. Fixa bem o que te digo, pois o Senhor há-de ajudar-te a compreender tudo isto.
   Lembra-te de Jesus Cristo, que ressuscitou de entre os mortos, o qual é da descendência de David   segundo o meu evangelho. É por ele que eu tenho sofrido até ao ponto de estar preso como um malfeitor. Mas a palavra de Deus não está acorrentada. Por isso eu suporto tudo, pensando nos que foram escolhidos por Deus, para que também eles possam ter a sua parte  na salvação em Cristo Jesus,  juntamente com a  gloria eterna. É bem verdade aquilo que se diz:
   «Se com ele morrermos, com ele viveremos;
   se nos mantivermos  firmes reinaremos com ele;
   se o renegarmos, também ele nos há-de renegar.
   Se nos tornar-mos infiéis, ele continua sempre fiel,
   pois não pode negar-se a si mesmo.   (II Tim. 2:1 a 13)
         Na Bíblia para Todos

sexta-feira, 13 de julho de 2018

A maravilhosa Natureza

Nascidas junto ás rochas da  Fonte da Segueteira - Maceira - Sintra,  (minha aldeia) estas florinhas brancas, parecem sorrir para nós...  (foto minha) 

"Onde estaríamos nós se a humanidade
nunca tivesse conhecido as flores? Se elas
não existissem e tivessem estado para sempre
escondidas dos nossos olhos...o nosso
carácter, o nosso comportamento, a nossa
vocação para a beleza, para a felicidade,
seriam os mesmos?"
    
    (Maurice Maeterlinck)
         (1862 - 1949)