domingo, 30 de novembro de 2014

Porque Hoje é Domingo (320)


E David tomou o seu cajado na mão,e escolheu para si cinco seixos do ribeiro, e pô-los no alforge, de pastor que trazia, a saber, no surrão, e lançou mão da sua funda, e foi-se chegando ao filisteu.. E, olhando o filisteu, e vendo a David, o desprezou,  porquanto era mancebo,  ruivo,  e de gentil aspecto
Disse mais o filisteu a David: Sou eu algum cão, para tu vires a mim com paus? E o filisteu amaldiçoou a David, pelos seus deuses....
...David, porém  disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos Exércitos de Israel, a quem tens afrontado....
...E David meteu a mão no alforge e tomou dali uma pedra, e com a funda lhe atirou, e feriu o filisteu na testa, e a pedra se lhe encravou na testa, e caiu  sobre o seu rosto em terra.
Assim David prevaleceu contra o filisteu com uma funda e com uma pedra, e feriu o filisteu, e o matou, sem que David tivesse uma espada na mão.
 ( I Livro de Samuel 17:40, 42,43, 45, 49, e 50)

Ainda:

Da Revista  das Lições da Escola Bíblica Dominical:

"Pouco depois de ter sido designado como futuro rei de Israel, David enfrentou Golias, o gigante filisteu, num dos combates mais difíceis da sua vida.Contra todas as expectativas, David derrubou Golias. O Deus de David é o nosso Deus. Por isso, também nós podemos vencer os adversários que nos assaltam no caminho, por  maiores que eles pareçam. Podem ser pessoas, que querem fazer-nos mal ou afastar-nos do bom caminho; podem ser problemas como a falta de saúde, as dificuldades económicas ou o desemprego; podem ser tentações persistentes. Quantas vezes olhamos para as adversidades que temos pela frente e elas nos  parecem intransponíveis? A atitude do jovem David perante o gigante Golias permitiu transformar uma quase certa derrota numa grande vitória.

   (Pedro David Regueiras Leal -  na Revista da E.B.D.
da Associação de Igrejas Baptistas Portuguesas - 30 de Novembro de 2014

sábado, 29 de novembro de 2014

VALORES - Precisam-se, em Portugal


"O importante da educação não é o conhecimento dos factos, mas dos valores". 
( Dean William )

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Que tal Colaborarmos com Deus no Cuidado ás "Aves do Céu"?

"Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem ceifam, nem ajuntam em celeiros, e vosso Pai celestial as alimenta". (Ev. de S. Mateus 6:26)

Sim, sem dúvida, Ele as alimenta.
Não tenho conhecimento de alguma ter morrido de fome,  no entanto, tenho uma sugestão a fazer:

Como, com a chegada do Outono,  que trouxe condições atmosféricas adversas, basta ter presente o dia de ontem na região de Lisboa (e não só) todas as sementinhas, frutos e bagas do campo, desapareceram, voltando, em princípio,  só na Primavera e Verão. Isto, para dizer que as avezinhas têm agora muito menos  hipóteses de encontrar alimento por aí.
Aqui, entramos nós, os humanos, pois podemos de uma forma bastante simples e barata, ajudá-los na sua alimentação. O que vos vou sugerir, eu faço-o o ano inteiro, mas empenho-me mais no Outono e Inverno. É o seguinte: Aproveito, e guardo, num saquinho de plástico, todas as migalhinhas que ficam no cesto do pão ou em cima da mesa das refeições. Se sobrar pão, o que eu evito a todo o custo, para não o desperdiçar, junto-o ás migalhinhas no saco, e quando saio por aí, quer seja aqui em Mira-Sintra ou na aldeia de Maceira, procuro um lugar apropriado e ofereço "o petisco ás aves do céu".
Ah!  mas nós sentimo-nos muito bem quando fazemos isso!

Ainda sugiro outra coisa:

Porque não falar com os nossos vizinhos do prédio, a fim de connosco colaborarem e, escolher um dos vizinhos para recolher por os andares as migalhinhas e ele próprio as ir oferecer aos passarinhos!?
Pode ser que haja um que esteja mais disponível ou que gosta mais de fazê-lo.

Amigos
A sugestão aqui fica.  A decisão de a aceitar ou não, é vossa.
Eu alegrar-me -ia muito se colaborássemos todos com Deus, no cuidado de alimentar "as aves do Céu".

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Festival da Melhor Batata Doce do mundo - a Lyra - de Aljezur - Algarve


A melhor batata doce do mundo - Lyra -  de Aljezur - Algarve
"Este evento celebra a melhor batata-doce do mundo, produto de características únicas com indicação geográfica protegida ”variedade Lyra”, genuinidade que lhe é conferida pelo trabalho árduo de todos os produtores, homens e mulheres que constituem a Associação de Produtores de Batata-doce de Aljezur.

O certame visa igualmente honrar todos os que se dedicam a esta atividade agrícola bem como todo o sector agroalimentar a ela ligado, como forma de incentivo e reconhecimento do seu trabalho.

Poderá encontrar vários restaurantes e tasquinhas onde serão servidas as receitas mais típicas e as novas propostas culinárias, sempre conjugadas com esta batata-doce de sabor único e impar.

As Doceiras de Aljezur trarão até este festival as mais requintadas tentações de bolos, pasteis, tortas e outras formas de saciar os apetites dos mais gulosos e dos mais curiosos em perceber como são únicas estas tentações feitas de forma sábia e tradicional, pelas nossas “embaixadoras” da doçaria local.

Resultado de uma parceria estabelecida há vários anos entre o Município de Aljezur e a Associação de Produtores de Batata Doce de Aljezur com o principal intuito de valorizar a produção agrícola deste produto secular e de sabor e características únicas, muito devido ao solo e ao clima que a zona demarcada apresenta para a produção da mesma, o festival regista ano após ano maior afluência de visitantes, facto que nos orgulha e distingue enquanto Aljezurenses."

  (http://festival-batatadoce.cm-aljezur.pt/)

Algumas notas complementares sobre a Batata Doce  de Aljezur

"A Batata doce de Aljezur é uma raiz adventícia que por tuberculização se torna carnuda. É uma batata piriforme alongada, de cor púrpura ou castanho-avermelhada e polpa amarela. No calibre, varia entre os 8,5 cm x 4,0 cm e os 16,5 cm x 7,1 cm, e no peso, entre os 50 g e os 450 g. De acordo com estudos efectuados nos laboratórios da Direcção Regional de Agricultura do Algarve, tem 65% a 67% de humidade; 1,3% a 1,5% de açúcares redutores; 1,8% a 3,7% de açúcares totais; 11,2% a 12,9% de amido.
Qualidades nutritivas: uma batata-doce de tamanho médio proporciona o dobro da quantidade de vitamina A e um terço da vitamina C de que necessitamos diariamente; é uma importante fonte de ferro e potássio e é rica em antioxidantes. Além disso, possui um elevado valor energético, por ser muito rica em hidratos de carbono complexos e açúcares.

Zona de Origem: A zona de produção encontra-se naturalmente circunscrita ao concelho de Aljezur com cerca 220 hectares e as freguesias de litorais do concelho de Odemira (S. Teotónio, S. Salvador, Zambujeira do Mar, Longueira-Almograve e Vila Nova de Milfontes) com cerca de 200 hectares, ou seja, Costa Vicentina e Sudoeste Alentejano, sendo que é nas várzeas de Aljezur e de Odeceixe e na charneca do Rogil que se produz em maior abundância."

     (http://www.lifecooler.com/)

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Ode ao Vento Oeste - um poema de Shelley

Fonte da imagem:www.educadora.am.br 
Ode ao Vento Oeste

  "Ó selvagem vento oeste, tu que que és o alento do Outono,
   Tu que arrastas com a tua invisível presença,
As folhas mortas, como fantasmas a fugir  dum feiticeiro.

Faz de mim a tua lira, mesmo que seja como a floresta,
Que importa, se as minhas folhas caírem como as dela?
       O tumulto das tuas poderosas harmonias
      Receberá de ambos um profundo timbre outonal,
          Embora  doce e triste. Sê, Espírito selvagem,
      A minha Alma! Sê tu eu próprio, ó impetuoso!

Conduz os meus pensamentos mortos pelo universo fora,
Como folhas murchas, para apressar um novo nascimento.
               E pela magia destes versos,
       Espalha, como se fossem as cinzas e as centelhas
Dum fogo inextinguível, as minhas palavras pela humanidade!
    Sê, através dos meus lábios, para a terra adormecida
            A trombeta duma profecia! Ó vento,
      Se  o Inverno chega, pode a Primavera tardar?"

    Shelley - no livro - A Alegria de Viver com a Natureza
                         de Edith Holden

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Vamos Reciclar a Saudade





Alguém me foi embora
                          morreu
                          ou partiu
Agora as lembranças
               não tanto a saudade
respirando as memórias
do bonito que foi

Gozos e delícias dos Consolados tempos
momento eternidade de ponteiros parados
veloz corrida sem metas intermédias
em que a chegada é nunca
e o fim além do Além

Afasto da minha alma sentires vertiginosos
doenças de um viver em molhos lacrimados
passeando o meu olhar por margens transparentes
ilimitando o futuro
das minhas dores que dormem

                   Faço o passado eterno
                                         e tempo de presente
                   em relógio linear estradas do infinito
                   e o desbobinar vindouro
                   num tempo que é sempre

                                            De memórias bebidas
                                            De lembranças bonitas
                                            Dum ido
                                                       nunca ausente

                                            E reciclamos assim a saudade

                                                   Titos

            Sabemos que o Biéu sentiria o mesmo.

Nota:

As palavras acima,  saíram do coração de um pai, que teve com a Rute, sua esposa muito amada,  por gosto, oito filhos (sendo um deles a minha doce nora Joana) e que agora, aqui na terra tem sete, porque o Biéu partiu de uma hora para outra, num acidente, aos 38 anos.

                                                         

domingo, 23 de novembro de 2014

Porque hoje é Domingo (319)


Estas são as coisas que deveis fazer:
Falai a verdade cada um com o seu próximo; executai juízo de verdade e de paz nas vossas portas.
E nenhum de vós pense mal no seu coração contra o seu próximo, nem ameis o juramento falso; porque  todas estas são coisas que eu odeio, diz o Senhor.

 (Livro do Profeta Zacarias 8:16 e 17)