segunda-feira, 5 de setembro de 2016

E o mês de Setembro chegou!


Que seja bem-vindo o mês de Setembro

 Bem se diz que o tempo voa, que o tempo corre, que os meses e os anos passam num ápice...

Tanto assim é, que já aqui estou, a anunciar o fim do mês de Agosto e a chegada do mês de Setembro.

Alguns dados sobre este mês:

«Setembro era o sétimo  mês   do calendário romano, mas, para nós, é o nono.Os anglo-saxões chamavam-lhe "Gerst - monath", isto é, "Mês da cevada".

Algumas efemérides a  lembrar:

Fim da Segunda Guerra Mundial  (1945)
Independência do Brasil (1822)
Morre Alexandre Herculano (1810 - 1877)
Nasce  Aquilino Ribeiro (1885 - 1963)
Nasce Bocage (1765 - 1805)
Nasce Guerra Junqueiro (1850-1923)
Inauguração do Palácio de Cristal no Porto (1865)
Timor - Leste admitido como Estado membro da ONU 2002)

Alguns provérbios de Setembro:

"Em Setembro ardem os montes e secam as fontes"
"Em Setembro planta e colhe e cava, que é mês para tudo"
"Setembro molhado, figo estragado".
"Se bom tempo fizer no dia primeiro,
 bom será o mês inteiro" .

Em Setembro, os castanheiros estão cheios de "ouriços" com a saborosa castanha já grandinha.
Há  um aqui em Mira-Sintra.

             
Castanheiro com "ouriços" . Fonte da imagem: http://casteloes.blogs.sapo.pt/

         
E, para concluir  este tema sobre o mês de Setembro, partilho aqui, com os amigos, este belo e interessante poema que encontrei casualmente no blogue:
http://continuobuscando.blogspot.pt.

Desejo a todos os amigos que por aqui passarem, um lindo, agradável, e abençoado Mês de Setembro.



Resultado de imagem para poemas sobre setembro

domingo, 4 de setembro de 2016

Porque hoje é Domingo (405)


CRISTO É LUZ

«E esta é a mensagem que dele (Jesus) ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz e não há nele trevas nenhumas. Se dissermos que temos comunhão com ele , e andarmos em trevas, (pecado) mentimos e não  praticamos a verdade.Mas se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros,  e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.»

   (I Epístola do Apóstolo João cap. 1:5 a 7)

sábado, 3 de setembro de 2016

Frésia (Freesia Refracta)

Frésia fotografada pelo meu amigo Francisco Clamote - na Serra de Monchique no dia 10/3/2016

 Do Blogue - ( http://obotanicoaprendiznaterradosespantos.blogspot.pt/) - da responsabilidade do meu amigo Francisco Clamote - trouxe esta bela flor, para alegrar os olhos e o espírito dos amigos que por aqui passarem.

Sobre a Frésia:

Erva perene, bulbosa, com bolbo cónico ou ovoide; caule liso, erecto, em geral ramificado, com 15 a 40 cm de altura; folhas (7 a 10) linear-lanceoladas,  erectas, com o nervo central bem visível; flores com tépalas esbranquiçadas, verdes, amareladas ou de cor púrpura; as inferiores com manchas alaranjadas, flores que surgem agrupadas (3 a 10) em inflorescências especiformes, horizontais ou decumbentes; fruto com a forma  de cápsula trilobulada, com a superfície lisa ou papilosa.
Tipo biológico: Geófito;
Família: Iridaceae;
Distribuição: Tal como as restantes espécies do género Freesia (pouco mais que uma dezena) também a Freesia refracta é originária da África austral, e, designadamente, da África do Sul e, à semelhança das suas congéneres, também  é largamente cultivada e utilizada como planta ornamental, encontrando-se, por via desse uso, naturalizada em variadas partes do globo.
Em Portugal, onde as plantas do referido género também são usadas para fins ornamentais, só a Freesia refracta se encontrará naturalizada e ocorrerá apenas no Algarve, Alto Alentejo e Estremadura.. Tal é, pelo menos, o entendimento da Flora Iberica.
Ecologia/habitat: terrenos algo perturbados, com frequência, na proximidade de aglomerados urbanos.
Floração: de Fevereiro a Maio.

( http://obotanicoaprendiznaterradosespantos.blogspot.pt/)

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

"Espreitando" o coração de Eugénio de Andrade

O  Poeta e escritor português - Eugénio de Andrade Eonte da imagem: https://www.google.pt

A PULSAÇÃO DO OLHAR

«Sou filho de camponeses, passei a infância numa daquelas aldeias da Beira Baixa que prolongam o Alentejo e, desde pequeno, de abundante só conheci o sol e a água. Nesse tempo, que só não foi de pobreza por estar cheio do amor vigilante e sem fadiga de minha mãe, aprendi que poucas coisas há absolutamente necessárias. São essas coisas que os meus versos  amam e exaltam. A terra e a água, a luz e o vento consubstanciaram-se  para dar corpo a todo o amor que a minha poesia é capaz. As minhas raízes mergulham desde a infância no mundo mais elemental. Guardo desse tempo o gosto por uma arquitectura extremamente clara e despida, que os meus poemas tanto se têm  empenhado em reflectir; o amor pela brancura da cal, a que se mistura invariavelmente, no meu espírito, o canto duro das cigarras; uma preferência pela linguagem falada,  quase reduzida a palavras nuas e limpas de um cerimonial arcaico - o da comunicação das necessidades primeiras do corpo e da alma.
Dessa infância trouxe também o  desprezo pelo luxo, que nas suas múltiplas formas é sempre uma degradação; a plenitude dos instantes em que o ser mergulha inteiro nas suas águas, talvez porque então o mundo não estava dividido, a luz cindida,  o bem e o mal compartimentados; e, ainda, uma repugnância por todos os dualismos, tão do gosto da cultura ocidental, sobretudo por aqueles que conduzem á mineralização do desejo num coração de homem. A pureza de que tanto se tem falado a propósito da minha poesia, é simplesmente paixão, paixão pelas coisas da terra, na sua forma mais ardente e ainda não consumada.»

         MULHERES VESTIDAS DE PRETO

Há mulheres  que são velhas vestidas
de preto até à alma.
Contra o muro
defendem-se do sol de pedra;
ao lume
Furtam-se ao frio do mundo.
Ainda têm nome? Ninguém
pergunta, ninguém responde.
A língua, pedra também.

Póvoa de Atalaia, 4.7.90

      Estas mulheres lembram-me sempre
um poema breve de Whitman que me 
acompanha desde Coimbra. As mulheres
estão sentadas ou vão e vêm, umas são
velhas, outras jovens; / As jovens são 
formosas, mas as velhas  são mais formosas 
ainda.

(Eugénio de Andrade - no belíssimo livro - UM OLHAR PORTUGUÊS)

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Um sugestivo pensamento de Goethe

Hoje, deixo aos amigos que por aqui passarem, este sugestivo pensamento de Goethe:

"Deveríamos todos os dias ouvir um pouco de música"

Acrescento:

Pode ser do grande e saudoso maestro Claudio Abbado



"Ler uma boa poesia"

Pode ser da "nossa" querida e saudosa Sofia de Mello Breyner Andresen



"Ver um quadro bonito"

Sugiro o nosso grande saudoso José Malhoa




"Dizer algumas palavras sensatas"

Como eram as palavras do  nosso sábio e saudoso escritor e poeta, Vasco da Graça Moura?


Estes  quatro,  podem nos enriquecer... e muito.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

RAIO - Mata 323 renas na Noruega

   Renas mortas - | FOTO: Havard Kjotvedt/Reuters)

Um raio matou 323 renas selvagens, incluindo 70 crias jovens, na zona de montanha do parque de Hardangervidda, na Noruega, durante uma violenta tempestade ocorrida na sexta-feira.

A macabra descoberta foi feita por um guarda florestal na zona do planalto da montanha Hardangervidda, onde vivem cerca de 10 mil renas em liberdade. As imagens transmitidas pela televisão norueguesa mostram os animais mortos, concentrados numa área muito restrita.

Segundo Kjartan Knutsen, porta-voz da Agência do Meio Ambiente da Noruega, os animais costumam agrupar-se durante chuvas fortes e na semana passada a região sofreu uma tempestade com fortes trovoadas e relâmpagos: "Os animais reúnem-se quando o tempo fica mau e estes foram atingidos por um raio. É uma coisa rara. Nunca tínhamos visto uma coisa parecida numa escala tão grande", disse.

Segundo o Guinness, o caso mais mortífero em relação a animais provocado por um relâmpago registou-se em 2005, quando um raio matou 68 vacas na Austrália.

E o relâmpago mais mortífero em relação a pessoas aconteceu em 1971, quando um raio provocou o despenhamento de um avião de uma companhia aérea peruana na Amazónia, provocando a morte a 91 pessoas.

  ( http://www.sabado.pt/)

terça-feira, 30 de agosto de 2016

SUBINDO SEMPRE - Pastor Orlando Arraz Maz



CASA DE ORAÇÃO - IGREJA EM JARDIM BOTUCATU - S. P.  - 1973 - 2016

«Completamos mais um ano de testemunho no local onde o amor de Deus nos plantou há 43 anos.

Todo este tempo pode ser representado por uma escada de 43 degraus, onde cada um demonstra a fidelidade de Deus.

Presenciamos momentos de alegrias e tristezas que se mesclaram, quando nossas vozes se emudeceram, custando-nos ver as bênçãos que desciam dos céus.

43 anos – 43 degraus

Uma escada bem alta – 43 degraus – e penso na subida um a um.

O primeiro degrau é fácil de subir – basta levantar o pé. Mas quando se chega lá pela metade, o fôlego começa a faltar.

Assim podemos classificar o aniversário da igreja nesta localidade. Os degraus foram sendo galgados um a um, até chegarmos ao topo.

Uns mal começaram e partiram. Mudanças de cidades, novos horizontes, empregos, família;

Outros, após galgarem um bom número de degraus foram chamados pelo Senhor, e nos deixaram na subida.

A escada permanece firme, pois está firmada sobre uma rocha que é  Cristo.

Os degraus não se gastam com o passar dos anos, e apesar de serem molhados com lágrimas, não apodrecem.

Ao subirmos o que nos conforta é ouvir a voz do Sumo Pastor, que é o eterno Deus, o Senhor, nos dizendo que Ele não se cansa e nem se fatiga. E que seu entendimento é inescrutável.

Ainda hoje, quando estamos no 43º degrau, Ele nos conforta dizendo, que embora nos cansemos na subida, ele aumenta nossa força e renova nosso vigor.
.
Assim, queremos continuar subindo os degraus que ainda serão construídos, pois cremos que nossas forças serão renovadas e nossa alegria no Senhor será constante e abençoada.

Obrigado, Pai, por esta escada de 43 degraus. Do seu topo, não permita que olhemos para baixo onde nada nos anima. Mas que continuemos subindo, sempre e sempre, olhando para Jesus.»

Que assim seja
Orlando Arraz Maz - No blogue: http://arrazmaz.blogspot.pt/

Nota pessoal:

Gostei muito da forma  como o estimado  irmão pastor Orlando Arraz Maz - nos comunica a boa notícia  da celebração dos 43 anos de vida desta Igreja do Senhor.
A imagem acima...é de uma enorme beleza e significado.
É mesmo assim!
Os que caminham com Cristo vão sempre subindo, degrau a degrau, na direcção do Lar Eterno,  que nos aguarda, e que Senhor Jesus Cristo  com a sua morte na cruz, nos ofertou.