quinta-feira, 26 de julho de 2018

UMA PAUSA

Uma dália linda que fotografei em Mira-Sintra.
Ofereço-a, com muito gosto, aos bons e estimados amigos  que têm a gentileza de habitualmente, por aqui passar.
Informo que vou fazer uma pausa de duas semanas.

Estarei de volta, querendo Deus, no próximo dia 10 de Agosto.

Até lá...desejo que passem muito bem e que, se for o caso, tenham umas óptimas férias.

O meu muito obrigada e o meu fraternal abraço
Que a paz, o amor e a graça de Jesus Cristo, nosso Mestre e Senhor, convosco estejam.

terça-feira, 24 de julho de 2018

Ainda, as Mães

Uma  mãe - avó, uma mãe, e crianças , filhas e netas.

"O bébé nasce e a sua vida mudará mais
          do que alguma vez  sonhou.
  Descobre que desenvolveu antenas
         invisíveis que captam cada
           alteração na respiração,
    cada variação na temperatura,
       cada mudança de expressão
            na sua pequenina filha.
  Ninguém lhe diz que a mudança
é irreversível. Que sente no seu coração
   cada dor, cada perda, cada desilusão
   cada obstáculo, cada crueldade que
         ela encontrar pela vida fora."

   (Pam  Brown - n.1928)
No pequeno livro - Mães e Filhas
  

domingo, 22 de julho de 2018

Porque hoje é Domingo (499)


SENHOR!, tu examinaste-me  e conheces-me.
Conheces todos os meus movimentos;
à distância, sabes  os meus pensamentos.
Vês-me quando trabalho e  quando descanso;
conheces todas as minhas acções.
Mesmo antes de eu falar,
já tu sabes o que vou dizer.
Tu estás à minha volta por todo o lado;
colocas sobre mim a tua mão protectora.
O teu conhecimento é para mim demasiado profundo;
está para além  da minha compreensão.

Onde poderia eu ir, para escapar de ti?
Para onde poderia eu fugir da tua presença?
Se subisse ao céu, lá estarias;
se descesse ao mundo dos mortos, lá estarias também.
Se eu voasse para além do oriente
ou fosse habitar nos lugares mais distantes do ocidente,
também lá a tua mão desceria sobre mim,
lá estarias para me segurar!
Se eu pedisse à escuridão para me esconder
ou à luz para se transformar em noite à minha volta,
a escuridão não me esconderia de ti
e a noite seria para ti tão brilhante como o dia.
Para ti a escuridão e a luz são a mesma coisa!...

... Examina-me ó Deus, e conhece o meu coração;
pôe-me à prova e conhece os meus pensamentos.
Vê se eu sigo pelo caminho do mal
e guia-me pelo caminho eterno.

(Salmo 139: 1 a 12 e 23 e 24)
      Na Bíblia para Todos

sábado, 21 de julho de 2018

A casa branca - Um poema de Gióia Júnior

 A casinha branca  no quintal da minha aldeia.

A casa branca

Entre as lembranças do passado, existe
a casa branca de portão fechado,
jardim florido e quarto perfumado;
sonho doirado de um menino tiste!

Fiz-te o projecto, fiz-te a planta, fiz-te
desde o alicerce aos cumes do telhado;
viste o desenho e, para meu agrado,
num delicado gesto consentiste...

Garoto inquieto, para seu regalo,
o próprio tempo em sua ingenuidade,
vendo o castelo, foi desmoroná-lo...

A casa branca já não mais existe;
resta somente o escombro da saudade:
amargo sonho de um menino triste!

 (Gióia Júnior - no livro - Orações do Cotidiano)

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Lágrimas, choro, pranto.

 Lágrimas de vizinhos solidários: chorando e confortando  uma viúva. (Fotografei da janela)  
Lágrimas, choro, pranto. 
Lágrimas são gotas de humor áqueo que saem a pares dos olhos de quem chora. Choro é a acção de chorar, ou derramar lágrimas, por uma cousa não estranha a nós e por uma qualidade que nos  é inerente. Pranto é a efusão do sentimento que naturalmente fazemos  vertendo lágrimas, a impulso duma causa estranha a nós e que nos produz grande dor-  O choro pode ser mudo e silencioso; o pranto é sempre acompanhado de vozes sentidas, e de gritos lamentáveis, e então se chama pranto desfeito. Muito bem disse Vieira,  falando de Davide  na morte de Abner: «Eis  que começa  Davide a rebentar em lágrimas, e todos com ele em pranto desfeito». E falando de como foi chorada  a morte  de El-Rei D. Manuel, diz:  «O pranto mais público que se viu na nação portuguesa, foi quando chegaram à India as novas da morte de El-Rei D. Manuel...Começaram a chorar em gritos, e se levantou o maior e mais lastimoso pranto que jamais se  vira» (I, 876, e 879).

 (No Dicionário dos Sinónimos - Poético e de Epítetos da Língua Portuguesa)
          Lellos & Irmão

quarta-feira, 18 de julho de 2018

CONFIA NO SENHOR

A gaivota, descansa confiadamente, na chaminé  do prédio  em frente da minha cozinha. 

CONFIA NO SENHOR
de todo o teu coração:
não te fies na tua própria
inteligência. Apoia-te nele em 
tudo o que empreenderes e ele te
mostrará como deves agir.

  (Provérbios 3:5 e 6)

segunda-feira, 16 de julho de 2018

CONTO - Um poema de Pedro Homem de Mello

O belo mar do Cabo da Roca - Portugal (foto minha)

CONTO

Nunca ouviram contar
Que treze marinheiros
Ficaram prisioneiros
No cárcere do mar?

Malévolas e belas
Em volta do navio
As espadas das ondas
Bradavam desafio.

Então, dos tripulantes
Houve um só que sorriu
Ao ver a chama inquieta
Das ondas espumantes!

     - Mas esse, era poeta...

(Pedro Homem de Mello - no livro - SEGREDO)