domingo, 30 de dezembro de 2018

Porque hoje é Domingo (518)


De resto, sejam fortes no Senhor e confiantes no seu imenso poder. Revistam-se da armadura de Deus. Só assim poderão resistir aos enganos do  Diabo. Pois não é contra seres humanos  que temos de combater, mas contra poderes e autoridades, que dominam o mundo de escuridão, e contra os espíritos do mal que não se  vêem. Sirvam-se, por  isso, das armas que Deus vos oferece para poderem resistir naquele dia difícil e para poderem ficar de pé, depois de terem vencido todos os inimigos. Estejam preparados. Usem a verdade como um cinto bem apertado e a justiça como armadura. Que a prontidão em anunciar o evangelho da paz seja como calçado para os vossos pés. Andem sempre armados com o escudo da fé, para poderem defender-se das setas incendiárias do inimigo. Que a salvação vos sirva de capacete e combatam com a espada  do Espírito, que é a palavra de Deus. Façam tudo isto com espírito de oração e orem continuamente, em união com o Espírito Santo.. Lembrem-se também de mim na oração, para que Deus me inspire, quando eu tiver de falar, e para que eu tenha liberdade de dar a conhecer a mensagem da boa nova, da qual, mesmo  preso, continuo a ser  embaixador. Peçam a Deus que eu tenha coragem para a anunciar como convém.
     (Ep.de S.Pauilo aos Efésios cap.6:10 a 20)
              Na Bíblia para Todos

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

O SALMO QUE NÃO FOI ESCRITO - Um poema de Cremilda Simões

A flor que nasceu na pedra.  (Foto pessoal)

O SALMO QUE NÃO FOI ESCRITO

A Tua Palavra ó Senhor é um cântico eterno.
Suave música confortante são os seus preceitos.
É mais bela do que a suprema formosura.
É mais rica do que todos os  tesouros contidos no Universo.

É agradável e perfeita.
Cada manhã, nova mensagem transmite.
Grato ao meu coração é medità-la.
Nela se deleita, vidas que santifica.
Pelo seu convívio, tudo se purifica.
Quisera ter  a voz das harmonias, todos os dons celestes
Para a cantar,engrandecer e exaltar.
As maravilhas celestes do conhecimento para a proclamar.
Ó cumes  de altos montes que vos debruçais por encostas alcatifadas  de beleza
E olhais os limites infindáveis para lá dos vales em míriades de coloras a desabrochar.
Ó  gota de orvalho, prisma diamantino
Lagos parados, espelhos celestes.
Reflexos do Oceano.
Arrulhar de pombos.
Louvai e adorai quem vos deu o ser.
Palavra poderosa que tudo assim criaste
Que tudo assim sustentas pela vida inerente multiplicada e transbordante.
Resplendor erguido acima  de promontórios de incertezas.
Luz pela qual caminham os povos.
Voz mansa, delicada, carinhosa!
Arrebatadora na grandeza da sua simplicdade!
Magestosa pela sua autoridade.
Sábiamente manifestada.
Princípio de todas as coisas.
Voz de amor que nos atrai perpètuamente.
Prostrados e anelantes estejam  perante ti,  todos os que amam a verdade.
Libertadora, invencível.

Tua é a vitória. -Quem te deterá?
Tu serás a última sobre a  Terra.
O céu é o Teu trono.
Louvada  para sempre sejas porque  existes.
Ó gloriosa e divina Palavra...eu te amo eternamente.

(Cremilda Simões - no livro - Poemas Repartidos)

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Celebremos com alegria e gratidão, o NATAL DE CRISTO!



"...eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho
           e lhe chamará Emanuel".  (Isaías 7:14)

«Vamos hoje até belém e, na companhia de pastores viajantes e reis magos adoradores, vejamos aquele que nasceu Rei dos judeus, pois nós, por fé,  podemos reivindicar a nossa participação e cantar: "Um menino nos nasceu, um filho se nos deu."  Jesus é Jeová encarnado, nosso Senhor e nosso Deus e,  contudo,  nosso irmão e amigo; adoremos e admiremos. Notemos já no primeiro olhar a Sua concepção miraculosa. Foi algo  de que não se ouvira antes, incomparável até então: uma virgem conceber e gestar um filho. A primeira promessa prosseguiu da seguinte maneira: "A semente  da mulher",  não descendência de homem. Considerando que a mulher temerária  abriu o caminho para o pecado e desencadeou a perda do Paraíso, ela,  anuncia  o Recuperador do Paraíso. Nosso Salvador, ainda que verdadeiramente homem, era,  em Sua natureza humana, o Santo de Deus. Curvemo-nos com reverência diante do santo Filho cuja inocência restaura à humanidade sua glória antiga, e oremos para que Ele seja formado em nós, a esperança da glória. Perceba sua ancestralidade humilde. Sua mãe descrita  simplesmente como "uma virgem", não uma princesa ou profetiza, nem uma matrona de condição abastada. É verdade que o sangue de reis corria nas suas veias e a sua mente não era fraca ou inculta, pois cantou a mais doce canção de louvor, mas, ainda assim, que posição humilde, quão pobre o homem com quem noivou e quão miserável a acomodação proporcionada ao Rei recém-nascido!
   Emanuel, Deus connosco na nossa natureza, na nossa tristeza, na nossa obra de vida, na nossa punição, na nossa sepultura e agora connosco ou, antes, nós com Ele, na ressurreição, ascenção. triunfo e esplendor da Sua segunda vinda.

       (Spurgeon - no livro - Manhã e Noite)

domingo, 23 de dezembro de 2018

Porque hoje é Domingo (517)


“Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, ela se achou ter concebido do Espírito Santo. E como José, seu esposo, era justo, e não a queria infamar, intentou deixá-la secretamente.  E, projectando ele isso, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de David, não temas receber a Maria, tua mulher, pois o que nela se gerou é do Espírito Santo; ela dará à luz um filho, a quem chamarás JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.” (Mateus 1:18-21)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

OH! MEU BOM JESUS

O senhor  "Manuel da Música" (Manuel Dias Pereira)

OH! MEU BOM JESUS

              I
Estava perdido,
No mundo sem norte,
Nem arrependido
Duma triste sorte;
Era ser errante,
Grande pecador
Vivia distante
Do meu Salvador!

      REFRÃO
OH! Meu bom Jesus,
OH! Meu Salvador,
Morreste na cruz,
Morreste na cruz,
Pelo pecador;
Desceste dos céus
Para nos salvar
OH! Filho de Deus,
OH! Filho de Deus
Eu te quero amar! (bis)

           II
Mas Jesus um dia,
Quis morar comigo
E ser o meu guia
E o melhor amigo;
Fez-me arrepender
De todo o passado,
Perdão conceder
Pelo meu pecado!

          III
Agora bendigo
Por ter encontrado
Esse grande  Amigo
Que vive a meu lado;
Que a todos nos ama,
Que morreu por mim:
Jesus todos chama
P´ra junto de  Si!

       REFRÃO

         CODA
Ó Filho de Deus
Eu te quero amar!
Ó Filho de Deus
Eu te quero amar!

Manuel Dias Pereira - no livro -  VIVER A CANTAR
 (Canções do grupo Coral de Maceira - Sintra) 

Nota pessoal

Tive a bênção, de conhecer de  perto o Sr. Manuel Dias Pereira, grande amigo da "minha aldeia"..Maceira - Sintra. Fez por ela, na área da música e da dança, coisas muito, muito lindas!
Com mais de 90 anos, ainda trabalhava ...e cantava a solo...
Partiu para o seu Senhor, a quem tanto amava, há cerca de um ano. Repousa no cemitério de Montelavar, numa  campa linda de granito negro, oferta e obra...da "gente de Maceira" que tanto lhe deve.


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

DIA DE NATAL - Um poema de António Gedeão

O Poeta, Professor, Pedagogo e Investigador - António Gedeão

POEMA DE NATAL

Hoje é dia de ser bom.
É dia de passar a mão pelo rosto das crianças,
de falar e de ouvir com mavioso tom,
de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.
É dia de pensar nos outros – coitadinhos – nos que padecem,
de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria,
de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem,
de meditar sobre a nossa existência, tão efémera e tão séria.

Comove tanta fraternidade universal.
É só abrir o rádio e logo um coro de anjos,
como se de anjos fosse,
numa toada doce,
de violas e banjos,
entoa gravemente um hino ao Criador.
E mal se extinguem os clamores plangentes,
a voz do locutor
anuncia o melhor dos detergentes.

De novo a melopeia inunda a Terra e o Céu
e as vozes crescem num fervor patético.
(Vossa excelência verificou a hora exacta em que o Menino Jesus nasceu?)
Não seja estúpido! Compre imediatamente um relógio de pulso antimagnético.)
Torna-se difícil caminhar nas preciosas ruas.
Toda a gente acotovela, se multiplica em gestos esfuziante,
Todos participam nas alegrias dos outros como se fossem suas
e fazem adeuses enluvados aos bons amigos que passam mais distante.

Nas lojas, na luxúria das montras e dos escaparates,
com subtis requintes de bom gosto e de engenhosa dinâmica,
cintilam, sob o intenso fluxo de milhares de quilovates,
as belas coisas inúteis de plástico, de metal, de vidro e de cerâmica.

Os olhos acorrem, num alvoroço liquefeito,
ao chamamento voluptuoso dos brilhos e das cores.
E como se tudo aquilo nos dissesse directamente respeito,
como se o Céu olhasse para nós e nos cobrisse de bênçãos e favores.

A oratória de Bach embruxa a atmosfera do arruamento.
Adivinha-se uma roupagem diáfana a desembrulhar-se no ar.
E a gente, mesmo sem querer, entra no estabelecimento
e compra – louvado seja o Senhor! – o que nunca tinha pensado comprar.

Mas a maior felicidade é a da gente pequena.
Naquela véspera santa
a sua comoção é tanta, tanta, tanta,
que nem dorme serena.
Cada menino abre um olhinho
na noite incerta
para ver se a aurora já está desperta.
De manhãzinha
salta da cama,
corre à cozinha em pijama.

Ah!!!!!!!

Na branda macieza
da matutina luz
aguarda-o a surpresa
do Menino Jesus.

Jesus,
o doce Jesus,
o mesmo que nasceu na manjedoura,
veio pôr no sapatinho
do Pedrinho
uma metralhadora.

Que alegria
reinou naquela casa em todo o santo dia!
O Pedrinho, estrategicamente escondido atrás das portas,
fuzilava tudo com devastadoras rajadas
e obrigava as criadas
a caírem no chão como se fossem mortas:
tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá.
Já está!
E fazia-as erguer para de novo matá-las.
E até mesmo a mamã e o sisudo papá
fingiam
que caíam
crivados de balas.

Dia de Confraternização Universal,
dia de Amor, de Paz, de Felicidade,
de Sonhos e Venturas.
É dia de Natal.
Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade.
Glória a Deus nas Alturas.

  (António Gedeão)





 

domingo, 16 de dezembro de 2018

Porque hoje é Domingo (516)

A Palavra Sagrada exposta na Casa de  Oração da Igreja  Baptista de Morelena - Sintra
«Quem acreditou naquilo que ouvimos?
A quem se revelou a intervenção do SENHOR?
O servo cresceu  diante do Senhor.
Como um simples rebento,
ou raiz em terra árida sem aparências nem beleza
para poder dar nas vistas.
O seu aspecto não tinha qualquer atractivo.
Era desprezado e abandonado pelos homens,
como alguém cheio de dores e habituado ao sofrimento,
e para o qual  se evita olhar.
Era desprezado e tratado sem  nenhuma consideração.

Na verdade ele suportava os nossos sofrimentos
e carregava as dores que nos eram devidas.
E nós pensávamos que Deus
é que assim o castigava e humilhava duramente.
Mas ele foi trespassado por causa das nossas faltas,
aniquilado por causa das nossas culpas.
O castigo que nos devia redimir caiu sobre ele;
ele recebeu os golpes e nós fomos poupados.
Todos nós vagueávamos como rebanho perdido,
cada qual seguindo o seu caminho;
mas o Senhor carregou sobre ele
as consequências de todas as nossas faltas.

Foi vexado e humilhado,
mas a sua boca  não se abriu para protestar;
como um cordeiro que é levado ao matadouro
ou como uma ovelha emudecida nas mãos do tosquiador,
a sua boca não se abriu para protestar.
Levaram-no à força e sem nenhuma defesa;
quem é que se preocupou com a sua sorte?»

 (Isaías  53:1 a 7)
Na Bíblia para Todos