
O avô Jorge fez 71 anos no sábado.
Como é costume nestes dias de aniversário, a casa encheu-se de gente e de alegria.
Juntei os quatro filhos, as três noras e os sete netos; os dezasseis que constituem a minha família mais chegada.
O bom Deus deu-me a energia e a saúde necessárias para cozinhar e tratar de todos os preparativos para a festa. (tenho andado com uma crise aguda de artrite)
Foi um dia excelente!
As crianças corriam alegres pela casa, soltando as suas gargalhadas cristalinas e contagiantes, e inventando as brincadeiras mais engraçadas que possamos imaginar…
As três mais velhas (oito e nove anos) ás tantas, vêm perguntar-me se podem usar as minhas “pinturas”, os meus colares, os meus brincos e os meus “enfeites”. Claro que disse que sim, mas, com a condição de deixarem tudo arrumadinho como estava.
Daí a pouco aparecem junto de nós todas“produzidas”… como dizem os nossos irmãos brasileiros.
À hora das refeições, eles comeram primeiro, excepto o Gil que já tem catorze anos e já comeu com os adultos.
À noite, antes de adormecerem, lá veio a história contada por a avó, como acontece desde pequeninos, e que mereceu toda a atenção deles.
Dou muitas graças ao bom Deus pela família linda que Ele me deu. È na verdade uma grande bênção.
Hoje, tenho aqui comigo o Nuno de quatro anos, que dormiu cá porque tem estado com febre e não pode ir para a “escolinha”. Já me interrompeu mais de vinte vezes (mais uma neste momento) por isso tenham em conta a escrita deste texto de hoje. Sejam benevolentes. Certo?
Como é costume nestes dias de aniversário, a casa encheu-se de gente e de alegria.
Juntei os quatro filhos, as três noras e os sete netos; os dezasseis que constituem a minha família mais chegada.
O bom Deus deu-me a energia e a saúde necessárias para cozinhar e tratar de todos os preparativos para a festa. (tenho andado com uma crise aguda de artrite)
Foi um dia excelente!
As crianças corriam alegres pela casa, soltando as suas gargalhadas cristalinas e contagiantes, e inventando as brincadeiras mais engraçadas que possamos imaginar…
As três mais velhas (oito e nove anos) ás tantas, vêm perguntar-me se podem usar as minhas “pinturas”, os meus colares, os meus brincos e os meus “enfeites”. Claro que disse que sim, mas, com a condição de deixarem tudo arrumadinho como estava.
Daí a pouco aparecem junto de nós todas“produzidas”… como dizem os nossos irmãos brasileiros.
À hora das refeições, eles comeram primeiro, excepto o Gil que já tem catorze anos e já comeu com os adultos.
À noite, antes de adormecerem, lá veio a história contada por a avó, como acontece desde pequeninos, e que mereceu toda a atenção deles.
Dou muitas graças ao bom Deus pela família linda que Ele me deu. È na verdade uma grande bênção.
Hoje, tenho aqui comigo o Nuno de quatro anos, que dormiu cá porque tem estado com febre e não pode ir para a “escolinha”. Já me interrompeu mais de vinte vezes (mais uma neste momento) por isso tenham em conta a escrita deste texto de hoje. Sejam benevolentes. Certo?







