domingo, 5 de fevereiro de 2012

Porque hoje é Domingo (189)


Capela em Murça.Fonte da imagem:
http://murca_xxi.blogs.sapo.pt/

O filho pródigo

«E disse: Um certo homem tinha dois filhos;

E o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda.

E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente.

E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades.

E foi, e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos, a apascentar porcos.

E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada.

E, tornando em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!

Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti;

Já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus jornaleiros.

E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.

E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho.

Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa; e vesti-lho, e ponde-lhe um anel na mão, e alparcas nos pés;

E trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos;

Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se.

E o seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças.

E, chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo.

E ele lhe disse: Veio teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo.

Mas ele se indignou, e não queria entrar.

E saindo o pai, instava com ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos;

Vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado.

E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas;

Mas era justo alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se».

(Ev. de S. Lucas cap.15:11 a 32)

4 comentários:

A VIDA É UM ETERNO APRENDIZADO disse...

Olá!
Foi um grande prazer conhecer seu blog.Aproveito meu tempo para navegar e ler textos e poemas feitos por pessoas que gostam de escrever.
Que bom que você é uma delas.
Grande abraço
se cuida

esperança disse...

Que o teu bom coração esteja mais solto com as melhoras visíveis da tua Clarinha, muitas graças Ao nosso Deus por isso.
A parábola do Senhor Jesus Cristo, sobre o filho pródigo, quer fazer-nos ver quanta alegria há nos Céus diante dos anjos quando um de seus filhinhos, perdido ou afastado, torna para seu Deus, seu pai Celestial. Na realidade os que estamos com o Senhor, temos abundância de tudo...Oxalá saibamos repartir com os nossos amigos essa abundância espiritual e material, para que quando o Senhor voltar, nos encontre com fé e obras.
Com amor
Esperança

Pelos caminhos da vida. disse...

Hoje passando para te deixar um bom domingo e deixar um abraço bem gdeeeeee para vc amiga.

beijooo.

Rosa disse...

Desde cedo me entusiasmou ouvir e ler a parábola do filho pródigo.

Pode ser uma lição maravilhosa para cada um de nós.

Por um lado pensemos no quanto o pecado nos afasta do Pai.
Por outro como Ele se enche de compaixão pelo nosso regresso.
Como Deus se alegra e faz festa, nos perdoa e recebe de braços abertos.


Ó Senhor, obrigado por seres nosso Pai.
Obrigado Senhor, porque mesmo em pecado e afastados da Tua casa Tu nos esperas pacientemente e de braços abertos.
Obrigado Pai, pela Tua compaixão sempre que decidimos voltar...


Boa semana